segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

Acontecimentos pouco prováveis

Antes deste fim de semana 3 acontecimentos se prefilavam como muito pouco prováveis:

1. Eu ganhar o Euro Milhões
2. O Sporting virar um jogo na Luz
3. Nevar em Lisboa

Porra! Porque é que eu não entreguei o boletim....

sexta-feira, 27 de janeiro de 2006

Duas coisas que não percebo

Porque vamos buscar um avançado espanhol desconhecido, que não joga no clube em que está, para vir para o Sporting seis meses de uma época que pode ficar (se é que não está já) amanha terminada?

Porque é que há um holandês com a mania que é o maior, a vir falar de um clube que não lhe diz respeito, a criticar que nesse clube se fala demesiado de arbitragens? É bom não esquecer que esse senhor na primeira vez que se sentiu prejudicado, veio logo dizer (antes do jogo de Braga) que estava muito preocupado com as arbitragens em Portugal. Escusado será dizer que logo a seguir veio o penalty que se viu.

terça-feira, 24 de janeiro de 2006

Pouco atentos

As noticias deste inicio de semana, deixam atender que os jogadores do Sporting, demonstram uma forte falta de atenção e que não reparam minimamente no que se passa à volta deles. Então não é que depois das recentes arbitragens que temos visto, o Sá Pinto, o Custódio e o João Moutinho vêm dizer que confiam numa vitória do Sporting na Luz?

sexta-feira, 20 de janeiro de 2006

Gestão dos simbolos do clube

Despedir Rui Jorge, para contratar Edson.
Despedir Pedro Barbosa, para contratar João Alves.
Despedir Beto, para contratar (emprestado) Caneira (que há uns anos cagou no Sporting) ou inscrever Hugo.

Se não fosse bem educado, mandava-os a todos para onde o Rochemback mandou o Peseiro....

segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

Pontos de vista II

"Vítor Baía não ficou lá muito bem na fotografia". Esta foi a análise de um comentador à acção do guarda-redes do FC Porto no lance do segundo golo do Estrela da Amadora.

Tivesse sido outro jogador, que veste a camisola 76 para os lados de Alvalade, e todos teriam exigido de imediato uma crucificação pública.

No mínimo, estaria em causa a titularidade no clube, a sanidade mental de quem o convoca para a Selecção Nacional e, obviamente, seria decretado o cenário de crise psicológica.

Pontos de vista...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2006

Pontos de vista

Aviso antecipadamente que não é minha intenção fazer juízos de valor, até porque a minha opinião sobre o incidente de hoje é exactamente a mesma que exprimi a quando da cena de pugilato entre Beto e Custódio: ou seja, desagradável, mas normal.

Pretendo apenas chamar a atenção para diferença nos critérios aplicados à análise das situações, em função da cor dos intervenientes:

- Beto agride Custódio - crise indisfarçável no balneário leonino e inequívoca demonstração da falta de pulso do treinador.

- Luisão envolve-se com Karagounis; Anderson troca "mimos" com Miccoli; o capitão de uma equipa que veste de vermelho tenta agredir o director desportivo - clara demonstração do aumento de competitividade do plantel.

Pontos de vista...

O que hoje é verdade, amanhã é mentira


domingo, 8 de janeiro de 2006

Sporting... mas de Braga

O justo triunfo dos minhotos foi o espelho das qualidades e defeitos que caracterizam as equipas que ontem se encontraram. O claro domínio imposto pelo Braga durante a primeira hora da partida é apenas o reflexo da superior organização da formação orientada por Jesualdo Ferreira, de quem, aliás, estou longe de ser incondicional admirador.

Os anfitriões possuem notável consciência posicional, actuam de forma compacta e, quando na posse da bola, procuram rapidamente as soluções adequadas ás suas qualidades. O melhor do Braga é, contudo, a organização defensiva, que utilizam com inteligência na construção do... ataque.

Do lado verde e branco, pelo contrário, persiste a falta de solidez táctica, que impede a criação de blocos sólidos e, até, a saída em progressão. Tudo porque não funcionam como conjunto na movimentação.

Para que não se pense que estou a recorrer às frases feitas próprias do meio em que me movo, vou tentar explicar mais detalhadamente o que pretendo dizer.

No Braga, o posicionamento de cada elemento é sempre gerido em função das necessidades do colectivo. O movimento ofensivo prevê uma eventual perda de bola e cada um dos participantes no lance não perde de vista a imediata inversão de funções que um "turnover" implica. Ou seja, um passe falhado é compensado por uma transição instantânea, impedindo que o adversário retire grandes benefícios da recuperação.

Impressionante é, contudo, a forma inteligente como esta equipa gere a forma de manietar o oponente, alternando, quase na perfeição, a pressão em profundidade - a que os comentadores habitualmente se referem como "pressão alta" -, quando as condições ideias estão para tal reunidas, com a pressão em largura. Isto é, "atacam" a zona da bola quanto podem preencher os espaços antes da saída do adversário para o primeiro passe, mas controlam o tempo de jogo quando o risco é demasiado grande. O Braga pressiona em largura como nenhuma outra equipa em Portugal: se o contrário consegue superar a primeira linha de pressão, o segundo bloco "empurra-o" para as laterais, impedindo movimentos diagonais e cortando as linhas de passe ao centro - evitam a progressão apoiada. Criando zonas de saturação, obrigam a bola a chegar perto das linhas, deixando o passe médio como única solução, para benefício dos seus defesas e centro-campistas, que rapidamente anulam o movimento do avançado, que se deslocou para a recepção, necessariamente efectuada de costas para o centro do terreno... e para os companheiros: quantas vezes o Sporting se viu reduzido a lançamentos - paralelos à linha lateral - de Miguel Garcia e Tello para Douala e Liedson, em clara desvantagem para estes últimos? Há aqui uma utilização do espaço muito semelhante àquela que Mourinho implantou no Chelsea.

Não sei se isto será evidente para quem assistiu através da televisão, mas para quem teve a possibilidade de estar presente no magnífico Municipal de Braga - foi, felizmente, a quarta vez que o visitei - os sintomas do que aqui procuro explicar são claros: raras são as vezes em que a distância entre o mais avançado e o mais recuado dos bracarenses ultrapassa os trinta metros. Os elementos do sector intermédio têm, assim, a possibilidade de "encostar" aos defesas ou aos avançados em escassos instantes.

O Sporting, em contraste com o aspecto compacto da equipa de Jesualdo, peca pela enorme e anárquica dispersão dos seus futebolistas. A movimentação errática obsta à organização defensiva mas prejudica também a transição ofensiva e... vice-versa. É frequente que dois jogadores ocupem a mesma linha de passe na tentativa de desmarcação - ontem, parecia que João Alves fazia de propósito - o que, no caso de intersecção, promove os espaços para os contra-ataques adversários. Sem bola, é hábito que apenas alguns se dediquem a pressionar a zona da bola, enquanto os companheiros assistem sem qualquer lógica posicional. Assim, ultrapassada que esteja essa primeira - e débil - linha de pressão, sobram os espaços para que os adversários provoquem desequilíbrios na transição.

Perante este panorama, confesso que não percebo como João Moutinho, o único com capacidade técnica e táctica para debelar - ou, pelo menos, atenuar - estas carências, continue afastado da zona central do terreno, ainda para mais quando é Nani - jovem com potencial, mas sem a indispensável cultura táctica para actuar pelo meio - o encarregado de desempenhar tais funções. O pequeno 28 não tem estado no seu melhor, é certo, mas pedir-lhe que brilhe nestas condições seria o mesmo que exigir golos a um ponta-de-lança que fosse impedido de passar do meio-campo...

Uma nota final para Carlos Martins. De momento, é o único jogador do Sporting capaz de romper a monotonia resultante da lentidão e previsibilidade de processos no sector intermédio, imprimindo mudanças de velocidade, agressividade, intensidade e capacidade de tiro ao onze leonino.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2006

Parece que o Estoril vai acabar...

Será que isto acontece a todos os clubes por onde o Veiga passa?

terça-feira, 3 de janeiro de 2006

Natal no Brasil

Mas onde é que eu já ouvi esta história? será que estes brasileiros não poderiam inventar desculpas diferentes?

Isto de ter o Natal com calor não deve fazer bem á cabeça. Para o ano o Sporting devia proibir os jogadores do hemisfério Sul de irem passar o natal a casa.